Glossário
Os termos sintrópicos que aparecem no catálogo, organizados pelas mesmas categorias dos filtros em Plantas. Cada termo aponta de volta para a busca correspondente — clique para ver as plantas que se enquadram.
Conceitos sintrópicos
Os fundamentos que dão sentido ao restante do vocabulário. Vale ler antes de navegar pelos filtros.
Agricultura sintrópica
A disciplina específica de Ernst Götsch dentro do guarda-chuva da agrofloresta brasileira. Sistema de produção que reproduz a estrutura e a dinâmica de uma floresta — muitas espécies em estratos verticais sobrepostos, sucessão constante por meio de poda, sem insumos externos. Parte de áreas degradadas e constrói floresta enquanto produz alimentos, madeira e biomassa.
Sucessão
Processo direcional pelo qual ecossistemas se desenvolvem ao longo do tempo, da pradaria à floresta clímax. A agricultura sintrópica acelera esse processo deliberadamente: planta-se com alta densidade e diversidade, e a poda regular conduz o sistema da fase pioneira à fase clímax em uma fração do tempo natural.
Consórcio
Conjunto de espécies plantadas juntas em um arranjo intencional. No sintrópico, um consórcio respeita os eixos de estrato (vertical) e estágio sucessional (temporal): cada espécie ocupa um lugar e tem um momento de auge e de saída.
Ciclagem de biomassa
Bombeamento de nutrientes pelo crescimento e poda das plantas. Folhas e galhos cortados decompõem na superfície e devolvem ao solo carbono, nitrogênio e minerais que as raízes profundas trouxeram para cima. É como o sistema fertiliza a si mesmo.
Poda seletiva
Corte intencional de partes específicas de plantas para liberar luz e gerar biomassa. Götsch chama a poda de "o combustível das transformações": é a poda no momento certo — não a fertilização — que faz o sistema avançar de uma fase para a próxima.
Capina seletiva
Manejo de plantas espontâneas em que se mantém o que está colaborando com a sucessão e se corta o que está atrapalhando. Diferente da capina convencional, que remove tudo o que não foi plantado pelo agricultor.
Guild (consórcio funcional)
Termo da permacultura, mais genérico que "consórcio" — descreve um conjunto de espécies que se beneficiam mutuamente sem necessariamente respeitar a lógica sintrópica de estratos e sucessão.
Estágio sucessional (Götsch)
Cada planta pertence a uma fase da sucessão natural. Um sistema sintrópico saudável tem representantes de todos os estágios plantados simultaneamente — não em sequência.
Placenta I
Plantas anuais e bianuais de até ~6 meses. Função: cobrir solo, criar vida microbiana, dar sombra parcial às plantas mais lentas. Exemplos: milho, feijão, mandioca de ciclo curto, hortaliças, capim-mombaça.
Ver no catálogo
Placenta II
Espécies de até ~2 anos. Mamão, banana, abóbora, leguminosas semi-arbóreas. Encerram a fase placenta e preparam terreno para a secundária.
Ver no catálogo
Secundária I
Espécies de ciclo de até ~10 anos. Frutíferas de médio porte, leguminosas arbóreas (ingá, leucena), café. Período de produção mais intensa do sistema.
Ver no catálogo
Secundária II
Espécies de ciclo de até ~100 anos. Frutíferas longevas (jaca, manga), produtoras de madeira de ciclo médio, palmeiras. Compõem o dossel principal.
Ver no catálogo
Clímax
Espécies de ciclo superior a ~100 anos. Madeira nobre, castanheiras, espécies de dossel emergente. Definem o sistema maduro.
Ver no catálogo
Transicional
Espécies que estabelecem a ponte para o clímax. Geralmente arbóreas grandes, de crescimento mais lento que as secundárias mas mais rápido que as climáxicas.
Ver no catálogo
Estratos
O sistema vertical é dividido em cinco estratos definidos pela necessidade de luz da planta adulta. Uma mesma espécie pode mudar de estrato durante seu ciclo de vida.
Emergente
Espécies que ultrapassam o dossel do alto, recebem luz direta o dia inteiro.
Ver no catálogo
Alto
Compõem o dossel principal; toleram sombreamento ocasional.
Ver no catálogo
Médio
Sub-dossel; toleram sombreamento maior que o alto.
Ver no catálogo
Baixo
Estrato baixo da floresta; tolera sombra significativa.
Ver no catálogo
Rasteiro
Cobertura do solo; tolera sombra profunda.
Ver no catálogo
Papel ecológico
Resumo do papel da planta na sucessão — relacionado, mas não idêntico, ao estágio Götsch. Onde o estágio é uma posição temporal, o papel é uma função estrutural.
Pioneira
Espécies que iniciam a sucessão em solo nu, degradado ou recém-perturbado. Crescimento rápido, ciclo curto, sementes abundantes.
Ver no catálogo
Secundária inicial
Estabelecem-se sob a sombra das pioneiras, têm ciclo intermediário e preparam condições para as secundárias tardias.
Ver no catálogo
Secundária tardia
Espécies de ciclo mais longo, exigem solo já formado e sombreamento parcial para se estabelecer.
Ver no catálogo
Clímax
Espécies do estágio final da sucessão. Ciclo de vida muito longo, alta especialização, geralmente toleram sombra na fase juvenil.
Ver no catálogo
Funções ecológicas (serviços)
O que a planta faz pelo sistema. Diferentemente das classes de produto abaixo, são contribuições que muitas vezes não aparecem na colheita — mas são o que sustenta o sistema a longo prazo.
Fixador de nitrogênio
Espécies, geralmente leguminosas (família Fabaceae), que vivem em simbiose com bactérias do gênero Rhizobium nas raízes. Essas bactérias convertem o nitrogênio atmosférico (N₂) em formas assimiláveis pelas plantas, fertilizando o sistema sem insumos externos. No manejo sintrópico, são plantadas em alta densidade nas fases iniciais para acelerar a sucessão.
Ver no catálogo
Produtor de biomassa
Espécies de crescimento rápido cuja biomassa (folhas, galhos, troncos) é cortada periodicamente e devolvida ao solo. É o motor energético do sistema sintrópico: a poda gera matéria orgânica que alimenta a vida do solo e libera luz para a próxima geração.
Ver no catálogo
Planta-berçário
Espécies que criam um microclima protegido (sombra parcial, umidade, abrigo do vento) que permite o estabelecimento de plantas mais sensíveis. São removidas ou drasticamente podadas quando suas protegidas estão prontas para receber luz direta.
Ver no catálogo
Acumulador dinâmico
Plantas com sistema radicular profundo capaz de extrair nutrientes específicos das camadas mais fundas do solo (potássio, cálcio, fósforo, micronutrientes) e concentrá-los em folhas e ramos. Ao podá-las e deixar a biomassa na superfície, esses nutrientes ficam disponíveis para as demais espécies.
Ver no catálogo
Quebra-vento
Espécies plantadas em linha para reduzir a velocidade do vento, protegendo o sistema contra ressecamento, quebra mecânica e perda de polinizadores. Funcionam melhor permeáveis (porosidade ~50%) do que como barreiras sólidas.
Ver no catálogo
Cerca viva
Espécies arbustivas ou arbóreas adensadas que delimitam áreas e podem substituir cercas convencionais. Frequentemente também produzem biomassa, frutos ou forragem.
Ver no catálogo
Cobertura do solo
Espécies rasteiras ou de crescimento horizontal que cobrem o solo, reduzindo evaporação, suprimindo plantas competidoras e protegendo o solo do impacto direto da chuva e do sol. Indispensável em climas quentes.
Ver no catálogo
Atrai polinizadores
Espécies cujas flores atraem abelhas, vespas, beija-flores e outros polinizadores. Aumentam a produtividade de espécies frutíferas e mantêm a saúde da fauna ao redor do sistema.
Ver no catálogo
Repele pragas
Espécies cujos compostos voláteis ou exsudados radiculares afastam insetos ou patógenos específicos. Plantadas em consórcio com espécies-alvo para reduzir incidência de pragas sem aplicação de defensivos.
Ver no catálogo
Planta-isca
Espécies preferidas por uma praga específica, plantadas para atraí-la para longe das culturas principais. São sacrificáveis: cumprem sua função sendo atacadas.
Ver no catálogo
Descompactador do solo
Espécies de raiz pivotante forte (taproot) capazes de romper camadas compactadas e criar canais para água, ar e raízes de outras plantas. Quando morrem ou são podadas, suas raízes em decomposição deixam galerias permanentes no solo.
Ver no catálogo
Hospedeiro de micorriza
Espécies que formam associações com fungos micorrízicos, expandindo enormemente a área de absorção radicular. Servem como inoculantes vivos: a rede fúngica que constroem beneficia toda a vizinhança.
Ver no catálogo
Funções ecológicas (produtos)
O que a planta produz para colheita ou uso. Uma mesma planta costuma combinar serviços ecológicos e classes de produto.
Fruta
Espécies cuja produção principal é uma fruta carnosa para consumo humano ou animal. Inclui frutíferas tropicais, subtropicais e temperadas.
Ver no catálogo
Castanha
Espécies que produzem sementes oleaginosas com casca dura, normalmente do estrato alto e emergente (castanha-do-pará, pequi, baru). Geralmente de ciclo longo e alta densidade nutricional.
Ver no catálogo
Madeira
Espécies cujo tronco fornece madeira de uso construtivo ou marcenaria. Em sistemas sintrópicos, ciclo longo (décadas a séculos) faz da madeira uma reserva de valor a longo prazo.
Ver no catálogo
Lenha
Espécies cuja madeira é usada para queima — fogão a lenha, forno, biochar. Costumam ser de crescimento rápido e tolerar talhadia (rebrota após corte raso).
Ver no catálogo
Oleaginosa
Espécies cujas sementes são prensadas para produção de óleos comestíveis ou industriais (macaúba, babaçu, dendê, abacate).
Ver no catálogo
Fibra
Espécies que produzem fibras vegetais para tecelagem, cestaria, cordoaria ou construção (algodão, juta, sisal, taquara, bambu).
Ver no catálogo
Forragem
Espécies cujas folhas ou galhos são colhidos para alimentação animal. Em sistemas integrados com pecuária, sobreposição parcial com a categoria de produtoras de biomassa.
Ver no catálogo
Medicinal
Espécies com uso terapêutico documentado na medicina tradicional ou na farmacologia. Não substituem prescrição médica — o catálogo registra o uso, não recomenda dosagem.
Ver no catálogo
Aromática
Espécies cujas folhas, flores ou frutos são fonte de óleos essenciais ou condimentos (manjericão, alecrim, capim-limão, canela).
Ver no catálogo
Melífera
Espécies cujas flores são fonte importante de néctar ou pólen para produção de mel. Estratégicas para sistemas integrados com apicultura ou meliponicultura.
Ver no catálogo
Tintorial
Espécies que produzem corantes naturais a partir de folhas, frutos, casca ou raiz (urucum, açafrão-da-terra, índigo).
Ver no catálogo
Ornamental
Espécies cultivadas pelo valor estético — flores, folhagem, porte, perfume. Em sintrópicos, costumam acumular outras funções (atrai polinizadores, cobertura, biomassa).
Ver no catálogo
Ritualística
Espécies de uso cerimonial em tradições religiosas, espirituais ou culturais (jurema, ayahuasca, arruda, guiné). Categoria informativa: o catálogo não orienta o uso.
Ver no catálogo
Classe de biomassa
Forma como a poda da planta atua no solo. Distinção criada para uso interno deste catálogo, alinhada à prática sintrópica brasileira.
Adubadora
Biomassa rica em nitrogênio, decomposição rápida. Alimenta diretamente a vida microbiana do solo. Exemplos: ingá, gliricídia, margaridão, leguminosas em geral.
Ver no catálogo
Cobertura
Biomassa rica em carbono, decomposição lenta. Forma mulch persistente que protege o solo e cicla nutrientes lentamente. Exemplos: bananeira, eucalipto, capim-mombaça, taquara.
Ver no catálogo
Adubadora e cobertura
Espécies que combinam ambas as funções. Permitem reduzir a quantidade total de espécies do sistema sem perder o equilíbrio entre os dois tipos de biomassa.
Ver no catálogo
Não classificada
Espécies cujo papel principal não é a produção de biomassa para poda — geralmente frutíferas ou medicinais cuja contribuição é outra.
Biomas
Os seis biomas brasileiros segundo o IBGE. Um mesmo bioma comporta vários climas; consulte também a classificação Köppen abaixo.
Amazônia
Maior bioma brasileiro e maior floresta tropical do planeta. Clima quente e úmido, solos geralmente pobres em nutrientes — a fertilidade do sistema vive na biomassa. Referência absoluta para sistemas sintrópicos: a sucessão natural já mostra como construir solo com cobertura, sombra e poda permanente.
Ver no catálogo
Mata Atlântica
Floresta tropical úmida que cobria toda a costa leste do Brasil. Restam menos de 12% da cobertura original — recuperá-la é um dos eixos centrais da agricultura sintrópica brasileira. Alta diversidade de espécies frutíferas, madeireiras e pioneiras adaptadas ao clima tropical de altitude.
Ver no catálogo
Cerrado
Savana tropical do Brasil central — a savana mais biodiversa do mundo. Estação seca marcada (4–6 meses), solos profundos e ácidos, fogo natural integrado à dinâmica das espécies. Espécies do Cerrado têm sistemas radiculares profundos, casca espessa e tolerância a fogo e seca — recursos preciosos para sistemas em climas estacionais.
Ver no catálogo
Caatinga
Bioma exclusivamente brasileiro, semiárido. Vegetação caducifólia adaptada à seca prolongada (8–10 meses): cactáceas, árvores de raízes profundas, espécies com fenologia regida pela chuva. Para sistemas agroflorestais em zonas semiáridas, a Caatinga oferece o repertório de espécies xerófitas mais rico do hemisfério.
Ver no catálogo
Pampa
Campos do extremo sul, compartilhados com Argentina e Uruguai. Clima subtropical, predominância de gramíneas e leguminosas herbáceas, com bosques nas margens de cursos d'água. Sistemas sintrópicos no Pampa partem de campo aberto e constroem floresta — um caminho diferente do tropical.
Ver no catálogo
Pantanal
Maior planície alagável do mundo. Ciclo anual de cheia e seca dita a vegetação: campos inundáveis, capões de mata, cordilheiras. Para o desenho sintrópico, exige espécies tolerantes ao alagamento e estratégias de plantio em microrrelevos.
Ver no catálogo
Classificação Köppen
Sistema internacional de classificação climática. Útil para usuários fora do Brasil e para distinguir climas dentro de um mesmo bioma.
Tropical equatorial (Af)
Quente e úmido o ano todo, sem estação seca pronunciada. Chuvas mensais acima de 60 mm. Típico da Amazônia e do litoral norte. Sistemas sintrópicos prosperam — o limitante é luz, não água.
Ver no catálogo
Tropical de monção (Am)
Quente o ano todo, com curta estação mais seca compensada por alto volume anual de chuvas. Comum em parte da Amazônia oriental e litoral nordestino úmido.
Ver no catálogo
Tropical com inverno seco (Aw)
Estação chuvosa no verão, seca pronunciada no inverno (4–6 meses). Clima dominante no Cerrado, no centro-oeste e no nordeste subúmido. Exige espécies com sistema radicular profundo e plano de manejo de água.
Ver no catálogo
Semiárido quente (BSh)
Quente, com chuvas escassas e irregulares (300–800 mm/ano). Clima da Caatinga. Sistemas agroflorestais aqui partem de espécies xerófitas e priorizam captação e infiltração de água.
Ver no catálogo
Árido quente (BWh)
Desértico, chuvas inferiores a 250 mm/ano. Raro no Brasil; presente em pequenas manchas no semiárido extremo. Sistemas viáveis exigem irrigação e espécies extremamente tolerantes à seca.
Ver no catálogo
Subtropical úmido (Cfa)
Verões quentes e invernos amenos, chuvas distribuídas o ano todo. Clima do sul de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul. Permite ampla variedade de frutíferas tropicais e subtropicais.
Ver no catálogo
Oceânico (Cfb)
Verões amenos, sem estação seca. Áreas serranas do sul do Brasil e sul da América do Sul. Favorece espécies de clima temperado: pêssego, maçã, pera, nogueira.
Ver no catálogo
Mediterrâneo de verão quente (Csa)
Verões quentes e secos, invernos amenos e úmidos. Não ocorre no Brasil; relevante para usuários de partes do Chile e da Europa mediterrânea.
Ver no catálogo
Mediterrâneo de verão ameno (Csb)
Verões amenos e secos, invernos chuvosos. Áreas costeiras de regiões mediterrâneas do hemisfério norte e sul.
Ver no catálogo
Subtropical com inverno seco (Cwa)
Verões quentes e chuvosos, invernos secos. Comum no centro-sul do Brasil e em parte do interior de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.
Ver no catálogo
Tropical de altitude (Cwb)
Verões amenos e chuvosos, invernos secos. Áreas serranas do sudeste brasileiro acima de ~800 m. Permite combinações raras: café de altitude com frutíferas temperadas.
Ver no catálogo
Continental úmido (Dfa)
Verões quentes, invernos rigorosos com neve. Não ocorre no Brasil; incluído para usuários do hemisfério norte continental.
Ver no catálogo
Continental úmido ameno (Dfb)
Verões amenos, invernos rigorosos com neve. Não ocorre no Brasil; incluído para usuários do hemisfério norte.
Ver no catálogo
Relação com bioma/clima
Como a planta se relaciona com o bioma ou a faixa climática listada — não é o mesmo que ser nativa do Brasil.
Nativa
Espécie originária do bioma ou faixa climática. Geralmente integrada às redes ecológicas locais (polinizadores, dispersores, microbiota).
Ver no catálogo
Naturalizada
Espécie introduzida que se estabeleceu localmente sem cultivo, integrando-se ao ecossistema sem causar impacto negativo significativo.
Ver no catálogo
Adequada
Espécie que cresce bem nas condições do bioma ou clima, sem ser nativa nem se ter naturalizado. Adequada para cultivo, mas mantida pelo agricultor.
Ver no catálogo
Invasora
Espécie que, fora do seu bioma de origem, escapa do cultivo, se estabelece de forma agressiva e desloca espécies nativas. Plantar com cautela ou evitar.
Ver no catálogo
Necessidade de luz
Faixa de luminosidade adequada à planta adulta. Pode mudar ao longo do ciclo: muitas espécies de estrato baixo precisam de mais luz quando jovens.
Sol pleno
Necessita exposição direta ao sol durante a maior parte do dia. Plantas adaptadas aos estratos emergente e alto, ou cultivadas em consórcio com sombra apenas parcial.
Ver no catálogo
Sol parcial
Precisa de pelo menos 4–6 horas de sol direto, mas tolera sombreamento no resto do dia.
Ver no catálogo
Sombra parcial
Cresce melhor sob luz filtrada ou com poucas horas de sol direto. Estratos médio e baixo de sistemas formados.
Ver no catálogo
Sombra plena
Adaptada a sub-bosque com pouca luz direta. Geralmente espécies de estrato rasteiro ou plantas jovens de espécies climáxicas.
Ver no catálogo
Necessidade de água
Volume aproximado de chuva ou irrigação que a planta requer no ciclo anual.
Baixa
Tolera longos períodos de seca. Espécies xerófitas, comuns em Caatinga, Cerrado e climas semiáridos.
Ver no catálogo
Moderada
Requer chuva regular durante o ciclo de crescimento, mas tolera estações secas curtas.
Ver no catálogo
Alta
Precisa de solo úmido o ano todo. Espécies de Mata Atlântica, Amazônia ou áreas ripárias.
Ver no catálogo
Propagação
Métodos pelos quais a planta pode ser multiplicada. Uma mesma espécie costuma aceitar mais de um.
Semente
Multiplicação por germinação de sementes. Maior diversidade genética; ciclo até a produção pode ser longo.
Ver no catálogo
Estaca
Pedaço de ramo ou caule plantado diretamente. Mantém as características da planta-mãe; rápido para muitas frutíferas e biomassa.
Ver no catálogo
Alporquia
Indução de raízes em um ramo ainda preso à planta-mãe, depois separado. Útil para espécies de difícil enraizamento por estaca.
Ver no catálogo
Enxertia
União de uma parte aérea (cavaleiro) sobre um sistema radicular de outra planta (cavalo). Combina vigor de raiz com qualidade de fruto.
Ver no catálogo
Divisão
Separação de touceiras ou rizomas em mudas independentes. Comum em bananeiras, gengibre, açafrão.
Ver no catálogo
Estolão / rebento
Plantas que emitem brotos laterais com raízes próprias. Comum em morangos, abacaxi, alguns capins.
Ver no catálogo
Cultura de tecidos
Propagação laboratorial em meio estéril. Permite alta multiplicação a partir de poucas células-mãe; usada principalmente em programas comerciais.
Ver no catálogo
Fixador de nitrogênio (atalho)
Atalho específico no filtro: além de aparecer entre as funções ecológicas, fixadoras de nitrogênio têm um botão dedicado por sua centralidade no manejo sintrópico.
Como funciona a busca
A busca textual cobre o nome científico, os nomes comuns e a família botânica. É insensível a acentos e tolera erros de digitação leves (busca difusa por trigramas) para o nome científico.